Merenda escolar para escolas de Saurimo, centros de acolhimento, Instituições religiosas, entre outras de cariz social.
O Ministro Diamantino Azevedo inaugurou, esta terça-feira, 30, uma unidade de processamento de leite de soja e pães (merenda escolar), enquadrada nos esforços de responsabilidade Social da Sociedade Mineira de Catoca.
A Fábrica vai, numa primeira fase, produzir 35 mil unidades de merendas escolares por dia, podendo atingir 60 mil que é a sua capacidade instalada.
Cinquenta e dois jovens encontraram trabalho na unidade fabril em que foram dispendidos USD 2,7 milhões.
Os principais beneficiários das merendas são as escolas de Saurimo, centros de acolhimento, instituições religiosas, entre outras de cariz social.
Para Perfeito Kandondolo, Director Provincial da Educação da Lunda Sul, a merenda é de capital importância para as criancas e adolescentes, contribuindo para atenuar a taxa de abandono escolar.
O presidente do conselho de administração da ENDIAMA- E.P, Ganga Júnior, destacou, nesta terça-feira, 30, na província da Lunda Sul, a importância das fábricas de lapidação de diamantes para o país, tendo em conta a perspectiva de aumento da cadeia de valor do subsector diamantífero angolano.
Ganga Júnior falava durante a inauguração da Robust Diam- Indústria de Diamantes, Lda., instalada no Pólo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo, com uma capacidade para lapidar 96 mil quilates por ano.
O PCA da ENDIAMA fez saber, na ocasião, que no âmbito da execução do Programa de Desenvolvimento Nacional, a empresa vai continuar a realizar tarefas importantes que visam o aumento do volume de produção em Angola, e fazer com que os diamantes saiam do país com um valor acrescentado.
A fábrica de lapidação de diamantes inaugurada, hoje, pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, é a nona no país, teve um investimento de 5,5 milhões de dólares norte-americanos e gerou 200 postos de emprego, permitindo a inserção de mais jovens angolanos no mercado de trabalho.
A Robust Diam- Indústria de Diamantes, Lda., é detida pela ROBUST DIASTAR DMCC, com 51% e pela ENDIAMA -E.P, com 49%.
A ENDIAMA-EP promove campanha interna de conscientização para prevenção, avaliação, dos factores de riscos de doenças cardiovasculares.
O acto inaugural que aconteceu na sede da empresa esteve a cargo do Conselho de Administração, esta relacionado ao aniversário dos 43 anos da instituição e envolve todos os trabalhadores.
Na ocasião a Directora do Gabinete de Sustentabilidade, Maria de Nazaré de Fátima, fez saber que “a campanha tem como objectivo cuidar da nossa saúde, todos aqueles que que acharmos que estão fora do normal vamos recomendar que esses colegas marquem consulta com os especialistas, não é uma campanha obrigatória qualquer um pode decidir se participa, mas esperamos que todos participem porque é para o nosso bem “frisou
Importa realçar que a campanha vai de 24 à 10 de Fevereiro.
A ENDIAMA- E.P. organizou, de 20 a 21 de Janeiro, o Torneio de futebol Salão alusivo ao 43º aniversário da Diamantifera Nacional, com a participação de 4 equipas, nomeadamente a do, CATOCA, AGÊNCIA NACIONAL DE RECURSOS MINERAIS, ENDIAMA, CLÍNICA SAGRADA ESPERANÇA,
O torneio foi disputado na quadra desportiva da Sociedade Mineira de Catoca, no município de Talatona, e visa saudar a efeméride que se assinalou a 15 de Janeiro.
O Pontapé de abertura foi dada pelo Administrador Executivo para Operações Mineiras, Gestão de Participações, Auditoria e Controlo de Qualidade da ENDIAMA-E.P, Laureano Receado Paulo.
A Equipa do CATOCA venceu a ENDIAMA no primeiro jogo por expressivos 8-2, transitando para a final com CSE, com resultado final de 5-4 e vencendo assim o torneio.
Importa realçar que equipas jogaram num esquema de todos contra todos conforme os resultados espelhados:
1ºDia
CATOCA- 8 – 2 -ENDIAMA
CSE -7-3- ANRM
2º Dia
ENDIAMA- 6-10- ANRM
CSE-4-5-CATOCA
Guarda redes menos batido foi o do CATOCA, melhor marcador da ANRM e equipe FairPlay esta ultima igualmente.
Testemunharam o ato o PCA da ANRM, Jacinto Rocha, Eng. Marçal Vigário, CATOCA, os Administradores da ENDIAMA, Ana Feijó, Laureano Paulo, directores e técnicos das empresas participantes.
No âmbito da sua ação Social , a empresa Nacional de Diamantes de Angola procedeu nesta quinta-feira (18/01) ao lançamento da primeira pedra do seu segundo projecto habitacional localizado no município de Viana, em Luanda.
A empresa Wangol-grupo prevê concluir 66 fogos habitacional dentro de 15 meses, fiscalizado pela direção de infraestrutura da Endiama-EP, o projecto esta avaliado em mais de 4 mil milhões de Kwanzas, todas de tipologia T3, Geminadas numa área compreendida em 263 m2.
A ENDIAMA suportará integralmente todos os custo relacionados a construção das casas relativamente as infraestrutura associadas, os custos serão comparticipados pelos trabalhadores beneficiários em condições a defenir em regulamento próprio.
Procedeu o ato de abertura o Administrador Executivo para Operações Mineiras, Administração e Recursos Humanos, Domingos Mateus dos Santos Neves Margarida, em representação ao Conselho de Administração, ladeado por directores e técnicos afectos a Diamantifera Nacional.
O presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA-E.P, Ganga Júnior, revelou nesta quarta-feira, em Luanda, que a Empresa Nacional de Diamantes de Angola arrecadou mil milhões, quinhentos e onze milhões, setenta e sete mil e oitocentos e doze ( 1, 511. 077. 812) dólares norte-americanos, resultantes da venda de 9,7 milhões de quilates de diamante produzidos em 2023.
Ganga Júnior, que falava durante uma conferência de imprensa que serviu para apresentação do balanço das actividades levadas a cabo pela empresa no ano passado, avançou, por outro lado, que a ENDIAMA prevê atingir, este ano, uma produção de 14,6 milhões de quilates de diamantes, com perspectivas de vir a obter uma receita bruta de 2,5 mil milhões de dólares.
“Este é o nosso plano para 2024. É bastante desafiador, porque em 2023 tivemos 9,7 milhões de quilates”, referiu o gestor, falando aos jornalistas dos mais distintos órgãos de comunicação social.
De acordo com Ganga Júnior, há condições de infra-estruturas e reservas geológicas para serem implementadas, porém, o alcance desta meta vai exigir mais trabalho na área de prospecção e exploração.
O PCA da ENDIAMA-E.P disse haver também uma estratégia de internacionalização dos serviços da empresa, que vai cuidar do processo de constituição da “Endiama International Services” para tratar da comercialização de diamantes, com representações no Dubai, China e Macau, onde serão igualmente direccionadas as produções de diamantes do país.
A Empresa Nacional de Diamantes de Angola celebra, nesta segunda-feira, o seu 43.° aniversário, desde a sua criação a 15 de Janeiro de 1981.
Por ocasião dos 43 anos da ENDIAMA-E.P, o Conselho de Administração da empresa fez sair um comunicado, onde agradece o “empenho incansável” de cada um dos funcionários e garante continuar a trabalhar para a melhoria das condições de vida dos seus trabalhadores e da população residente perto das zonas de exploração diamantífera.
De acordo com o documento, a empresa tem cerca de 500 colaboradores e está actualmente focada na sua actividade principal, desenvolvendo acções que visam o alargamento da cadeia de valor do subsector dos diamantes, estabelecendo igualmente parcerias com empresas de renome internacional e com larga experiência no sector mineiro.
Recentemente, conclui a nota, foram efectuadas alterações estruturais do ponto de vista legal e institucional com o objectivo de criar um ambiente de negócios mais favorável no subsector diamantífero e garantir uma maior rentabilidade e retorno do capital investido.
A ENDIAMA conta actualmente com 52 projectos em prospecção e 22 na fase de produção, tendo alcançado em 2022 um volume de produção na ordem dos nove milhões de quilates.
A Empresa Nacional de Diamantes de Angola está a quantificar os activos, património e reservas de todas as empresas e concessões ligadas ao grupo, como parte do processo para a dispersão do seu capital em bolsa de valores, a partir de 2027.
A informação foi avançada pelo presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA-E.P, Ganga Júnior, em entrevista concedida à publicação “The Energy Year”, em que apresentou a panorâmica das mudanças de estratégia da empresa com vista ao alcance de maior crescimento e criação de mais-valias para a economia nacional.
Ganga Júnior destacou, entre as grandes realizações no exercício económico 2023, o arranque da produção da concessão mineira de Luele, na Lunda-Sul, com reservas estimadas em 600 milhões de quilates, salientando que a empresa deixou de limitar-se a gerir as acções inerentes a participações, para se dedicar, também, às suas próprias operações de mineração.
“Contamos com as concessões mineiras de Catoca e Luele a funcionar em pleno, sendo que a última entrou recentemente na fase de produção. Luele foi projectada para ser a maior mina angolana e uma das mais importantes à escala global. Uma das nossas prioridades é a quantificação das reservas em todas as nossas empresas e concessões, tendo em vista a meta de dispersar o capital da empresa em bolsa em 2027, o que passa, também, por uma reorganização e rigorosa reestruturação financeira”, disse.
Apesar de o processo de avaliação do potencial da mina do Luele ainda não estar concluído, a perspectiva é de uma produção anual na ordem dos 20 milhões de quilates, tendo em conta que a primeira fase da prospecção foi limitada aos 600 metros de profundidade, de acordo com Ganga Júnior.
O PCA da ENDIAMA informou igualmente que as estatísticas permitem antever lucros de cerca de 2,5 mil milhões de dólares por ano, num prazo de 40 anos, quando os investimentos na fase inicial das operações se situaram nos 500 milhões de dólares.
Ganga Júnior que no exercício de 2024, espera-se por uma produção que não ultrapasse os 15 milhões de quilates, ou seja, menos cinco milhões do que a média a ser alcançada nos anos subsequentes, com receitas fixadas em 2,5 mil milhões.
O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, informou quarta-feira, em Luanda, que a primeira refinaria de ouro em Angola pode estar concluída este ano.
A infra-estrutura, que está a ser construída no Pólo Industrial de Viana, cuja primeira pedra foi lançada em Junho de 2022, resulta da aposta do Executivo angolano em promover a cadeia de valor dos minerais do país, capitalizando as operações de prospecção, exploração, transformação e comercialização destes recursos.
Ao falar durante a cerimónia de cumprimentos de Ano Novo, o ministro assegurou que o sector vai reestruturar os projectos paralisados e desenvolver a capacidade de refinação do ouro.
A primeira refinaria de ouro do país é uma iniciativa do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, através da Geoangol, empresa detida pela ENDIAMA, que prevê gerar mais de 80 postos de trabalho.
A par desse empreendimento, Angola conta com 28 projectos de ouro, dos quais 20 estão em fase de prospecção, oito com títulos de exploração.
Em 2021, foram extraídas 1 137 onças, das 7 500 projectadas, representando uma execução de 13,82 por cento, segundo dados do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatísticas do MIREMPET.
O subsector do ouro do país conta com um investimento cifrado em 62,9 milhões de dólares, dos quais USD 48,6 milhões na exploração e USD 14,3 milhões na prospecção.